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ESCREVER POEMAS A PARTIR DE MEMÓRIAS André Gravatá

Categorias: Oficinas
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Sobre o curso

A imaginação poética se alimenta de tudo, leituras, conversas, situações inusitadas, dores e delícias. Poemas podem ser escritos com base em muitas fontes, mas uma das mais inspiradoras vem da memória das nossas próprias experiências. Esta oficina foi pensada justamente para os participantes experimentarem a escrita livre de poemas, inspirados por autores diversos – como Orides Fontela, bell hooks, Bashō, Leonardo Fróes, Adonis e Conceição Lima –, e principalmente a partir da transformação de memórias vividas fora de casa, dentro da natureza, em situações-limite e, ainda, em situações engraçadas.

Encontro 1 – Memórias fora de casa – ‘Partamos em viagem’ Vamos começar com a leitura de haikais selecionados de O Eremita Viajante, livro do poeta japonês Matsuo Bashô, e versos de Ode à Errância, do poeta sírio Adonis, e conversar sobre eles, para alargar nossa percepção sobre as relações entre poesia e movimento, e experimentar a escrita livre de poemas com base em fragmentos de memórias.  

Encontro 2 – Memórias dentro da natureza – ‘O mar indomável’ No segundo encontro, vamos partir dos poemas ‘As coisas selvagens’, de Orides Fontela, e ‘Introdução à arte das montanhas’, de Leonardo Fróes, entre outras leituras, para nos provocar memórias ligadas à natureza. Instigados por essas recordações e por falas do mestre malinês Amadou Hampâté Bâ, faremos mais um exercício de escrita.

Encontro 3 – Memórias de situações-limite – ‘Certos poemas sentem dó da metáfora, trancam a porta na cara da rima’ ‘Espectro de guerra’, de Conceição Lima, uma poeta de São Tomé, e ‘O corpo dentro da alma’, da norte-americana bell hooks, entre outros poemas, serão nossos pontos de partida nesse encontro, para lembrar e falar de situações que nos tiraram o chão. A prática de escrita poética desse encontro se baseia em experimentar uma escrita sem controle.

Encontro 4 – Memórias de situações engraçadas – ‘As rosas com bolores cansam-me’ No último encontro, partiremos do poema ‘As rosas com bolores’, de Adília Lopes, entre outros, para relembrar (ou até mesmo inventar) memórias bem-humoradas que possam se transformar em poemas. Em seguida, a proposta de escrita poética é explorar as relações entre a memória, a invenção e o humor.  

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