clique e
arraste

ARQUITETURA DE FUTUROS TROPICAIS: CRIANDO NARRATIVAS SCI-FI Ale Santos

Categorias: Oficinas
Lista de desejos Compartilhar
Compartilhar Curso
Link da Página
Compartilhar nas mídias

Sobre o curso

Como construir mundos especulativos com a identidade e a potência da cultura brasileira? A ficção científica e a fantasia global são historicamente dominadas por estéticas do Norte Global, criando um imaginário onde o futuro parece asséptico e distante da vibração tropical. No entanto, o Brasil possui um arsenal cultural — da gambiarra à ancestralidade e ao sincretismo — capaz de fundar novos universos especulativos. É frequente que escritores tentem adaptar o modelo da ‘Jornada do Herói’ clássica às nossas complexidades sociais, mas o resultado muitas vezes soa artificial ou desconectado da ‘alma’ do território.

Nos quatro encontros deste curso, Ale Santos convida os participantes a desconstruir esses modelos e olhar para o ‘chão que pisamos’ como fonte de técnica narrativa. A partir da estrutura geral e de passagens selecionados de dois de seus livros, O Último Ancestral e A Malta Indomável, o curso mostra, por exemplo, como transformar periferias em cenários cyberpunk, rituais em sistemas de tecnologia ancestral e grupos de sobreviventes em protagonistas complexos. A ideia da oficina é oferecer aos participantes ferramentas para não apenas contar uma história, mas arquitetar futuros narrativos com identidade inconfundível e, ainda, relevância de mercado.

Encontro 1: O Chão (Worldbuilding e cultura)

Aprendendo a usar a arquitetura de sobrevivência e a estética da gambiarra para criar cenários futuristas originais.

Prática: Design de um cenário Sci-Fi baseado em um problema urbano real.

 

Encontro 2: A fé (Sistemas de magia e tecnologia)

Transformando tradições orais e rituais em tecnologias narrativas funcionais.

Prática: Criação de um objeto ou ritual de ‘tecnologia ancestral’.

 

Encontro 3: A Tropa (Personagens e arquétipos)

Substituindo a Jornada do Herói solitária por jornadas coletivas e protagonistas com identidade brasileira.

Prática: Criação de arquétipos de resistência e liderança compartilhada.

 

Encontro 4: A Guerra (Escrita tática e mercado)

Dominando técnicas de suspense, ganchos de final de capítulo e construção de vilões estruturais para reter o leitor.

Prática: Escrita de cena de ação com foco em ritmo e tensão.

© Escrevedeira - 2026 - Todos os direitos reservados

Site por doois

Estamos de cara nova!

Espero que goste do nosso novo site, ele foi pensado para atender melhor a todos.
Você, que já tem cadastro, precisa redefinir a senha, ok?