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DIANTE DO FIM DO MUNDO – A LITERATURA E OS PROBLEMAS POLÍTICOS Evandro Cruz Silva

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Sobre o curso

A literatura pode mudar o mundo? Ou, ao menos, ajudar a compreendê-lo e questioná- lo? Muita coisa já foi discutida a respeito das possibilidades e limitações da criação literária na abordagem de questões políticas e sociais. Este curso explora de que forma a literatura tem sido agenciada para analisar e compreender pautas contemporâneas, como a ascensão da extrema-direita, as crises climáticas e as questões identitárias, entre outras.

Nos encontros, vamos discutir como a literatura não apenas reflete, mas também intervém na realidade política, destacando dois momentos: o fundamento histórico da ideia de ‘literatura engajada’ e, em seguida, as reações críticas a um suposto domínio dessa literatura sobre outras formas literárias. Nosso tema de fundo é a clássica questão entre forma e conteúdo literário, colocando como centro do debate a discussão entre ‘escrever para informar’ e ‘escrever para escrever’ e o universo de possibilidade que mistura, opõe e distancia os dois.

Encontro 1 – De onde vem a ideia de literatura como ferramenta política?

– O que é ‘literatura engajada’?

– Jean-Paul Sartre: escrever é uma escolha política

– Literatura deve ter um propósito?

– Visão contrária: quando a arte resiste à função política

– O debate atual: engajamento x autonomia estética

 

Textos de base para a aula:

‘Que é escrever?’, de Jean-Paul Sartre, em seu livro Que é a Literatura? (Vozes, 2015)

Entrevista: ‘Itamar, Ernaux e Ferrante são interessantes, mas não literatura, diz Aurora

Bernardini’. Folha de S. Paulo.

 

Encontro 2 – Forma versus conteúdo: escrever para informar, escrever para escrever

– Pode existir literatura sem compromisso político?

– James Baldwin e o ‘romance de protesto’.

– O embate entre conteúdo político e forma literária.

– ‘Murro em ponta de faca’: quando a militância toma conta do texto.

– Existe um monopólio da ‘boa literatura’?

– Como equilibrar estética e mensagem?

 

Textos de base para a aula:

‘Nota autobiográfica’ e ‘O romance de protesto de todos’, de James Baldwin, em seu livro Notas de Um Filho Nativo (Companhia das Letras, 2020).

‘Murro em Ponta de Faca’, de José Faleiro. Em revista Piauí, novembro 2025.

‘Contra o Monopólio da Razão Literária’, Fernando Baldraia. Em revista Piauí, fevereiro 2026.

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