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‘ANNA KARIÊNINA’ E A CONDIÇÃO FEMININA NA NARRATIVA DE LIEV TOLSTÓI Elena Vassina

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Sobre o curso

“Você lê Tolstói porque simplesmente não consegue parar”, costumava dizer Vladímir Nabókov, apaixonado pela obra do grande precursor, que manteve presente em suas narrativas a ideia da fluidez do caráter humano, “a dialética da alma”, em personagens e enredos desdobrados na habilidade descritiva de sua escrita. A partir da leitura atenta  – close reading – do  romance “Anna Kariênina”, em que histórias familiares se entrecruzam estabelecendo múltiplos paralelos, a oficina de leitura criativa propõe um mergulho em vários questões eternos e malditos da existência e da natureza humana que marcam a obra de Liev Tolstói e continuem a ser atuais para milhões de seus leitores em todos os cantos do mundo.

  1. A vida e a obra de L. Tolstói: consonâncias e inter-relações entre realidade e ficção. Autor biográfico / autor de ficção. “Anna Kariênina” no contexto da criação de Tolstói e no contexto de sua época.
  2. História da criação, publicação e recepção de “Anna Kariênina” O sistema dos personagens, leitura e analise da primeira parte do livro.
  3. Romance familiar, psicológico e filosófico. Composição do romance e paralelismo das linhas do enredo: Liêvin e Kity, Vrónski e Anna.
  4. Comparações contrastantes na poética da narrativa. Moscou e São Petersburgo; campo e cidade; frio e calor. Espaço e tempo do romance.
  5. O Abismo. A voragem. O turbilhão. Romance de Anna e Vrónski. Corrida de cavalos e a confissão de Anna. Anna Kariênin e Serioja.
  6. Jantar na casa de Oblónski. A proposta de casamento de Liêvin foi aceita por Kitty. 
  7. Personagens femininas e “questão feminina” no romance. 
  8. Pokróvskoie, a casa de Liêvin. Vozdvíjenskoe, a casa de Vrónski. 
  9. Felicidade e desafios da vida familiar: “Liêvin não sabia onde ela terminava e ele começava”. 
  10. Fluxo de consciência e o fim trágico de Anna. Símbolos e metáforas. A imagem do trem no romance. “Anna Kariênina” e adaptações no cinema.

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