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ESCREVER POEMAS COM HISTÓRIAS DE VIDA André Gravatá

Categorias: Oficinas
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Sobre o curso

A imaginação poética se alimenta de tudo, leituras, conversas, situações inusitadas, dores e delícias. Poemas podem ser escritos com base em muitas fontes, mas uma das mais inspiradoras vem da memória das nossas próprias experiências de vida. 

Esta oficina foi pensada justamente para os participantes experimentarem a escrita livre de poemas, inspirados por autores diversos – como Hilda Hilst, Adélia Prado, Adília Lopes, Conceição Evaristo, Manoel de Barros –, e principalmente a partir da transformação de histórias pessoais em texto, sejam elas de amor, da infância ou ligadas a outros temas.

Encontro 1 – Histórias de infância – ‘Eu era uma criança delirante’

Vamos iniciar com a leitura dos poemas ‘Testamento lírico’, de Hilda Hilst, e ‘Aldeia’, de Maurinete Lima, e conversar sobre eles, para alargar a percepção sobre o que é poesia, aguçar os sentidos ao recuperar memórias da infância e experimentar a escrita livre de poemas com base em fragmentos de memórias.

Encontro 2 – Histórias de amores – ‘O amor é cego ou enxerga demais?’

Neste segundo encontro, partiremos dos poemas ‘A propósito de estrelas’, de Adília Lopes, ‘O amor é cego ou enxerga demais?’, de Miró da Muribeca, e, ainda, ‘De mãe’, de Conceição Evaristo. São poemas sobre o amor que alucina, que brilha e escapa, que põe reparo nas coisas. Ao relembrar histórias pessoais de amor, nossa prática será a escrita de poemas que trazem à tona a memória desse tipo de experiências de vida.

Encontro 3 – Histórias de morte – ‘O que há de fazer um gato num apartamento vazio’

‘Gato num apartamento vazio’, de Wislawa Szymborska, e ‘A rosa mística’, de Adélia Prado, entre outros, serão nossos pontos de partida para falar da morte e outras perdas. Como poetas costumam transfigurar em versos as suas perdas? Afinal, a poesia também é um gesto de burlar a passagem do tempo. A proposta de escrita desse encontro é lidar com essas questões, para também driblar o tempo, exercitando a criação de pequenos poemas.

Encontro 4 – Histórias de outras pessoas – ‘Bernardo é quase árvore’

No último encontro, vamos ler poemas de Manoel de Barros sobre seu amigo Bernardo, entre outros versos em que diferentes escritores contam histórias de pessoas com quem conviveram. E a partir dessas leituras, vamos nos perguntar quais pessoas nos marcaram, cujas histórias reverberam até hoje em nós, e então escrever instigados pela memória delas.

Obs: As aulas são gravadas e ficam disponíveis por 60 dias, após o término do curso

Avise-me quando disponível!

Conteúdo do curso

GRAVAÇÕES DAS AULAS

  • AULA DO DIA 21/01/2026
    02:00:03
  • CHAT DA AULA DO DIA 21/01/2026
    00:00
  • AULA DO DIA 28/01/2026
    02:04:34
  • CHAT DA AULA DO DIA 28/01/2026
    00:00
  • AULA DO DIA 04/02/2026
    02:24:25
  • CHAT DA AULA DO DIA 04/02/2026
    00:00
  • AULA DO DIA 12/02/2026
    02:18:43

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