CLUBE DE LEITURA – UM OLHAR FEMINISTA PARA A LITERATURA

CLUBE DE LEITURA – UM OLHAR FEMINISTA PARA A LITERATURA

com Débora Thomé

O novo clube de leitura da Escrevedeira convida as e os participantes a conhecer ou reler obras de literatura de ficção e de não-ficção, incluindo algumas ensaísticas, que, de alguma forma, apresentam e discutem o papel da mulher no mundo. Explorando o universo literário, a proposta é refletir juntas/os sobre como as mulheres são vistas pela sociedade, como elas se apresentam e lidam com suas próprias questões, tanto no âmbito privado quanto público. De uma perspectiva feminista, são temas de diálogo no clube o texto em si, bem como aspectos que o cercam, relativos ao momento em que foram escritos, sua recepção e impacto na sociedade e seu interesse nos dias atuais.


Para o próximo encontro a obra selecionada é Dez Dias num Hospício ou Dez Dias no Manicômio (duas traduções recentes do mesmo livro), escrita em 1887 nos Estados Unidos. Nellie Bly, codinome da escritora, inventora, empresária e filantropa Elizabeth Cochran Seaman, então com 23 anos, fingiu estar louca para ser internada e compor o relato que acabou mudando a história do jornalismo e da saúde mental. Ao longo desses dez dias, Bly documentou os abusos e maus-tratos com os quais os pacientes lidavam, lançando luz sobre o modo como muitas mulheres eram vistas e classificadas pela sociedade do século XIX.

Data

24 de maio, terça

Horário

19h30 às 21h

Plataforma

Zoom

Atenção: Até 2h antes do início do curso você receberá as informações de acesso por e-mail.

R$ 50

As Vagas já se esgotaram...

Mas você pode se inscrever na Lista de Espera, e caso abra uma vaga nós te avisamos:

Débora Thomé é escritora, doutora em Ciência Política e ativista do movimento feminista. É autora de artigos e pesquisas sobre mulheres e acesso ao poder no Brasil e no exterior, além dos livros 50 Brasileiras Incríveis para Conhecer Antes de Crescer (Record, 2018, finalista do prêmio Jabuti), 50 LGBTQ+ Incríveis (Record, 2021) e Mulheres e Poder (com Hildete Pereira de Melo, FGV, 2018), entre outros infantis e acadêmicos. É fundadora do primeiro bloco de carnaval feminista, o Mulheres Rodadas.