{"id":1033,"date":"2021-08-06T17:14:50","date_gmt":"2021-08-06T20:14:50","guid":{"rendered":"https:\/\/escrevedeira.doois.com.br\/cabezas-cortadas-uma-viagem-borgeana-pela-obra-de-shakespeare\/"},"modified":"2024-10-03T15:51:32","modified_gmt":"2024-10-03T18:51:32","slug":"cabezas-cortadas-uma-viagem-borgeana-pela-obra-de-shakespeare","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escrevedeira.com.br\/cabezas-cortadas-uma-viagem-borgeana-pela-obra-de-shakespeare\/","title":{"rendered":"CABEZAS CORTADAS &#8211; UMA &#8216;VIAGEM BORGEANA PELA OBRA DE SHAKESPEARE&#8217;"},"content":{"rendered":"<p><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;O cineasta Glauber Rocha utilizando como lentes escritores, principalmente Jorge Luis Borges e William Shakespeare, em meio &agrave; acirrada discuss&atilde;o em torno da literatura latino-americana nos anos 1960 e 70, &eacute; o foco do texto abaixo, da pesquisadora e professora de cinema Maria Alzuguir Gutierrez.<\/em><\/p>\n<p><em>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Neste m&ecirc;s de agosto, Maria oferece o curso <strong>&lsquo;Alegorias de Nossa Am&eacute;rica &ndash; Cinema e Literatura na Am&eacute;rica Latina&rsquo;<\/strong> na Escrevedeira. Boa leitura!<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em <em>Cabezas Cortadas<\/em>, filme de Glauber Rocha de 1970, h&aacute; um ditador foragido que espera e prepara sua morte enquanto um profeta infunde esperan&ccedil;as no povo. N&atilde;o h&aacute; um relato linear de fatos, mas uma atmosfera on&iacute;rica em que se superp&otilde;em per&iacute;odos hist&oacute;ricos. A narrativa &eacute; condensada, com a exibi&ccedil;&atilde;o de uma s&eacute;rie de tropos ibero-americanos num espa&ccedil;o imagin&aacute;rio que poderia situar-se em qualquer lugar ou em lugar nenhum, e, ainda, estabelecendo todo um di&aacute;logo intertextual com a literatura da Am&eacute;rica Latina.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Chama aten&ccedil;&atilde;o a proximidade da produ&ccedil;&atilde;o de <em>Cabezas Cortadas<\/em> com a data de publica&ccedil;&atilde;o de tr&ecirc;s dos mais c&eacute;lebres &ldquo;romances de ditadores&rdquo;, <em>O Recurso do M&eacute;todo<\/em> (de Alejo Carpentier, 1974), <em>Eu, o Supremo<\/em> (Augusto Roa Bastos, 1974) e <em>O Outono do Patriarca<\/em> (Gabriel Garc&iacute;a-M&aacute;rquez, 1975), e sua afinidade com esse livros, tanto nos temas como nas propostas formais. Alguns estudiosos &nbsp;procuraram diferenciar os romances centrados no tema da ditadura, os chamados &ldquo;romances de ditadura&rdquo;, dos &ldquo;romances de ditadores&rdquo; propriamente ditos, escritos nos anos 1970. Nos primeiros, que remontam ao s&eacute;culo XIX, o ditador n&atilde;o aparece como protagonista, mas se denunciam as consequ&ecirc;ncias de sua tirania. O escritor tem um prop&oacute;sito extraliter&aacute;rio, mais do que est&eacute;tico. Esse romance panflet&aacute;rio, no entanto, teria contribu&iacute;do para fixar o tipo do ditador de fic&ccedil;&atilde;o, que permaneceu muito tempo como caricatura, personagem sombra<sup>1<\/sup>. Destes livros para os romances de ditadores dos anos 1970, rompe-se, segundo &Aacute;ngel Rama, a dist&acirc;ncia entre o poderoso e os homens governados, que o contemplam a partir de fora. Agora os narradores se instalam na consci&ecirc;ncia da personagem<sup>2<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Glauber dizia que seu filme era uma &ldquo;viagem borgeana pela obra de Shakespeare&rdquo;, na qual ele havia encontrado um &ldquo;m&eacute;todo&rdquo; capaz de &ldquo;teatralizar a hist&oacute;ria&rdquo;<sup>3<\/sup>. Como ressalta Jan Kott, nas pe&ccedil;as de Shakespeare, a hist&oacute;ria n&atilde;o se modifica, descreve c&iacute;rculos, sendo sempre a luta pela coroa, &ldquo;a disputa pelo poder &eacute; despojada de toda mitologia e mostrada em estado puro&rdquo;<sup>4<\/sup>, numa imagem mesma da hist&oacute;ria, ou do Grande Mecanismo. Shakespeare dramatiza a hist&oacute;ria pela condensa&ccedil;&atilde;o, desembara&ccedil;a-a da descri&ccedil;&atilde;o, da anedota, quase do relato. Concebida como vazia de sentido, ciclo atroz, ela &eacute; a grande protagonista da trag&eacute;dia.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Shakespeare est&aacute; presente em outros filmes de Glauber, mas em <em>Cabezas Cortadas<\/em> isto &eacute; ainda mais evidente. No filme, todo detalhe foi suprimido, ficamos somente com a queda do d&eacute;spota, como no <em>Rei Lear<\/em>, uma queda f&iacute;sica, espiritual, corporal, social. Al&eacute;m disso, h&aacute; a forma grotesca com que a personagem do ditador se apresenta. Em um estudo sobre o bardo, Jan Kott afirma que, contemporaneamente (o livro &eacute; de 1961), o grotesco se ocupa dos problemas, conflitos e temas da trag&eacute;dia, que &eacute; &ldquo;um julgamento sobre a condi&ccedil;&atilde;o humana, uma medida do absoluto; o grotesco &eacute; a cr&iacute;tica do absoluto em nome da experi&ecirc;ncia humana fr&aacute;gil&rdquo;. Por isso, conclui o autor, &ldquo;a trag&eacute;dia conduz &agrave; catarse, enquanto o grotesco n&atilde;o oferece nenhum consolo&rdquo;<sup>5<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; J&aacute; no caso de Borges, vemos que Glauber toma sobretudo a ideia de uma &ldquo;po&eacute;tica da leitura&rdquo;<sup>6<\/sup>, concebendo a cria&ccedil;&atilde;o art&iacute;stica como leitura, a arte como &ldquo;discurso composto de discursos&rdquo;<sup>7<\/sup> e construindo sua originalidade na &ldquo;afirma&ccedil;&atilde;o da cita&ccedil;&atilde;o, da c&oacute;pia, da reescritura de textos alheios&rdquo;<sup>8<\/sup>, assim como faz o escritor argentino. Glauber compartilha com Borges a liberdade na atitude com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; tradi&ccedil;&atilde;o a que est&aacute; destinado o artista das &ldquo;margens&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A ideia de uma &ldquo;viagem borgeana pela obra de Shakespeare&rdquo; leva a pensar no debate que se fazia contemporaneamente na Am&eacute;rica Latina sobre Caliban, uma personagem da pe&ccedil;a <em>A Tempestade<\/em>. Em 1971, o poeta e ensa&iacute;sta cubano Roberto Fern&aacute;ndez Retamar publicava o ensaio &ldquo;Caliban&rdquo;. De acordo com ele, em 1969, a figura dessa personagem havia sido reivindicada por alguns escritores antilhanos, entre os quais Aim&eacute; C&eacute;saire, com seu <em>Uma Tempestade &ndash; A partir da <\/em>Tempestade<em> de Shakespeare, Adapta&ccedil;&atilde;o por um Teatro Negro<\/em>, em que Caliban se torna guerrilheiro negro e Ariel, a representa&ccedil;&atilde;o do intelectual, &eacute; um escravo mesti&ccedil;o de Pr&oacute;spero.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Para Fern&aacute;ndez Retamar, n&atilde;o h&aacute; met&aacute;fora mais acertada para a nossa situa&ccedil;&atilde;o cultural, nossa realidade, do que esta de Caliban, que aprendeu a l&iacute;ngua de Pr&oacute;spero para maldiz&ecirc;-lo. Ele se pergunta o que s&atilde;o nossa hist&oacute;ria e cultura sen&atilde;o a hist&oacute;ria e a cultura de Caliban. No entanto, ao propor a personagem de Shakespeare como nosso s&iacute;mbolo, se d&aacute; conta de que &ldquo;tampouco &eacute; inteiramente nosso,&rdquo; tamb&eacute;m se trata de uma &ldquo;elabora&ccedil;&atilde;o estranha&rdquo;, mesmo que a partir de nossas realidades concretas. Mas, ele se questiona, como eludir completamente esta estranheza? E ent&atilde;o argumenta atrav&eacute;s de outro exemplo: o termo <em>mamb&iacute;<\/em> &ndash; palavra imposta pejorativamente pelos inimigos, mas reivindicada pelos independentistas cubanos, que tomaram com honra o que era inj&uacute;ria. Para Retamar, esta &eacute; precisamente a dial&eacute;tica de Caliban.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Do tra&ccedil;ado hist&oacute;rico das diversas retomadas da personagem shakespereana, Retamar passa a um elogio ao anti-imperialismo de Mart&iacute; e deste ao ataque contra alguns escritores latino-americanos contempor&acirc;neos, nos quais parece enxergar servidores de Pr&oacute;spero, como Ariel. Em outro texto, de 1986, &ldquo;Caliban revisitado&rdquo;, Retamar situa o seu ensaio original no contexto em que foi produzido. Era o momento da pol&ecirc;mica em torno da revista <em>Mundo Nuevo<\/em> e do &ldquo;caso Padilla&rdquo;, quando, indignados com o <em>mea culpa<\/em> do poeta cubano Heberto Padilla, ap&oacute;s um m&ecirc;s de deten&ccedil;&atilde;o, uma s&eacute;rie de intelectuais fizeram, a partir de Paris, uma carta ao governo de Cuba questionando o fato. De acordo com Retamar, estas foram algumas das chispas para a reda&ccedil;&atilde;o do primeiro &ldquo;Caliban&rdquo;. J&aacute; no seu texto de 1986, parece querer fazer justi&ccedil;a a Borges, resgatando sua import&acirc;ncia, a despeito dos ataques feitos no ensaio original, quando havia dito que o escritor argentino, por fazer da escritura um ato de leitura e afirmar que nossa tradi&ccedil;&atilde;o est&aacute; na Europa, seria um &ldquo;t&iacute;pico escritor colonial&rdquo;, e suas obras, o &ldquo;testamento atormentado de uma classe sem sa&iacute;da&rdquo;<sup>9<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; De Borges, Fern&aacute;ndez Retamar passava a atacar o trabalho de Carlos Fuentes, <em>La Nueva Novela Hispanoamericana<\/em>, de 1969, que imporia o esquema estruturalista ao estudo de nossa literatura. Para Retamar o auge da lingu&iacute;stica, quando a vertente estruturalista parecia ter &ldquo;napoleonizado&rdquo; as outras ci&ecirc;ncias sociais, tinha raz&otilde;es ideol&oacute;gicas, e a historiciza&ccedil;&atilde;o implicada no estruturalismo seria &ldquo;pr&oacute;pria de uma classe que se extingue&rdquo;<sup>10<\/sup>. Retamar rejeita a perspectiva de Fuentes, segundo a qual &ldquo;somente a partir da universalidade das estruturas lingu&iacute;sticas se pode admitir, <em>a posteriori<\/em>, os dados exc&ecirc;ntricos de nacionalidade e classe&rdquo;<sup>11<\/sup>.<\/p>\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Vemos assim que, entre o final dos anos 1960 e o in&iacute;cio dos 1970, na Am&eacute;rica Latina, a ideia de uma reapropria&ccedil;&atilde;o &ldquo;anti-colonial&rdquo; de Shakespeare, Borges e o estruturalismo estavam no centro das discuss&otilde;es. Glauber, ent&atilde;o, com sua &ldquo;viagem borgeana pela obra de Shakespeare&rdquo;, intervinha no debate de maneira pr&aacute;tica. O cineasta havia dito que seu filme era estruturalista. O filme toma de Shakespeare a estrutura do &ldquo;grande mecanismo&rdquo;: um poderoso em decad&ecirc;ncia, a chegada de um Messias &ndash; e se resume a isto. N&atilde;o h&aacute; precis&atilde;o de que ditador &eacute; esse, de onde vem ele exatamente etc., e sobre o pastor\/messias muito menos, eles n&atilde;o t&ecirc;m hist&oacute;ria, n&atilde;o t&ecirc;m um antes e um depois, s&atilde;o mera encarna&ccedil;&atilde;o de uma estrutura que se repete. E exatamente esta forma &eacute; que expressa o seu conte&uacute;do, porque o filme &eacute; sobre esta repeti&ccedil;&atilde;o como algo que nos caracteriza. Por isso o ditador Diaz &eacute; sempre o mesmo, que voltou e voltar&aacute;. Glauber usa o estruturalismo, a intertextualidade (procedimentos que costumam confinar a leitura no &acirc;mbito estrito do texto), mas para tratar da hist&oacute;ria, de uma hist&oacute;ria cuja tend&ecirc;ncia &eacute; repetir-se.<\/p>\n<p><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 13.3333px;\"><sup>1<\/sup><\/span>&nbsp;Ver o texto de Jorge Castellanos e Miguel A. Martinez, &ldquo;<em>El dictador hispanoamericano como personaje literario<\/em>&rdquo;, em <em>Latin American Research Review, <\/em>16\/2, 1981.<\/p>\n<p><sup>2<\/sup> Conferir o ensaio de &Aacute;ngel Rama, &ldquo;<em>Los dictadores latinoamericanos en la novela<\/em>&rdquo;, do livro <em>La novela en Am&eacute;rica Latina: panoramas 1920-1980<\/em>, publicado pela Procultura\/Instituto Colombiano de Cultura em 1982.<\/p>\n<p><sup>3<\/sup>&nbsp;A cita&ccedil;&atilde;o encontra-se na tese de Maur&iacute;cio Cardoso, <em>O cinema tricontinental de Glauber Rocha: pol&iacute;tica, est&eacute;tica e revolu&ccedil;&atilde;o (1969-1974)<\/em>, realizada na FFLCH-USP em 2007.<\/p>\n<p><sup>4 <\/sup>Jan Kott, <em>Shakespeare nosso contempor&acirc;neo<\/em>, Editora Cosac Naify, 2003.<\/p>\n<p><sup>5<\/sup>&nbsp;Idem.<\/p>\n<p><sup>6<\/sup> A ideia est&aacute; no livro de Emir Rodr&iacute;guez Monegal, <em>Borges: uma po&eacute;tica da leitura<\/em>, Editora Perspectiva, 1980.<\/p>\n<p><sup>7<\/sup>&nbsp;Beatriz Sarlo, <em>Borges, un escritor en las orillas<\/em>, Editora Seix Barral, 2007.<\/p>\n<p><sup>8<\/sup>&nbsp;Idem.<\/p>\n<p><sup>9<\/sup>&nbsp;Conferir texto de Fern&aacute;ndez Retamar, &ldquo;<em>Caliban<\/em>&rdquo;, em <em>Todo Caliban<\/em>, publicado pela Ediciones Callej&oacute;n em 2003.<\/p>\n<p><sup>1<\/sup><sup>0<\/sup> Idem.<\/p>\n<p><sup>11<\/sup>&nbsp;Idem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; 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