{"id":1010,"date":"2019-03-18T17:14:49","date_gmt":"2019-03-18T20:14:49","guid":{"rendered":"https:\/\/escrevedeira.doois.com.br\/de-onde-se-pode\/"},"modified":"2024-10-03T15:48:53","modified_gmt":"2024-10-03T18:48:53","slug":"de-onde-se-pode","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/escrevedeira.com.br\/de-onde-se-pode\/","title":{"rendered":"DE ONDE SE PODE"},"content":{"rendered":"<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Pareceu ter sentido a recomenda&ccedil;&atilde;o feita por Dieter, antes da caminhada come&ccedil;ar. Fazer a subida o mais silenciosamente poss&iacute;vel, quer dizer, sem muita conversa, concentrados em vencer aquela estrada nem t&atilde;o pedregosa nem muito &iacute;ngreme morro acima e na experi&ecirc;ncia de acompanhar a noite ainda fechada de poucas estrelas ir se dissolvendo no amanhecer. Cada um fez o que p&ocirc;de, e j&aacute; est&aacute;vamos todos l&aacute; em cima quando o sol saiu.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Deu ent&atilde;o para perder a vista tamb&eacute;m em lados do pr&oacute;prio morro e trechos de cerrado e gado quieto no pasto e esparsas planta&ccedil;&otilde;es e em muito mais coisa. Como o pequeno a&ccedil;ude espelhado e a n&eacute;voa baixa que parecia uma manta comprida cobrindo uma l&eacute;gua de campo. Nesse lugar onde tudo parece ser simplesmente porque sim, vi do alto do morro, surgindo no meio do sert&atilde;o, a quase figura&ccedil;&atilde;o de um poema que escrevi anos atr&aacute;s: <em>A montanha insone \/ agasalhada de n&eacute;voa \/ a lagoa sonha<\/em>. Entretanto, o an&aacute;logo mineiro da cena &agrave; japonesa me disseram ser fuma&ccedil;a se espraiando devagar, vinda de fornos de uma grande empresa que fabrica carv&atilde;o, alimentados por aqueles reflorestamentos de eucaliptos ali, &oacute;.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>E mais para a esquerda, calmamente deitada, Morro da Gar&ccedil;a. Quem vem de passagem pensa que a cidadezinha que divide o nome com o morro bem poderia ser chamada da Gra&ccedil;a. Porque, conduzidos por Noemi para conhecer a regi&atilde;o onde se passa &lsquo;O recado do morro&rsquo; de Guimar&atilde;es Rosa, em apenas tr&ecirc;s dias fomos agraciados com hospedagem genuinamente gentil, apresenta&ccedil;&otilde;es e falas musicais, festas de tradi&ccedil;&atilde;o e passeios de suplantar, sob a sombra aquecida de Rosa. Nesse lugar meio parado no tempo e, ao mesmo tempo, em contato com o grande mundo, em boa parte atrav&eacute;s da literatura, h&aacute; mulheres como dona Ermita ou dona Maria que sabem cantigas e dan&ccedil;as h&aacute; muito infiltradas no cora&ccedil;&atilde;o do dia a dia. E que, no entanto, benzem quem pedir segurando qualidades as mais diferentes &ndash; diria assim seu Tico &ndash; de plantas medicinais e, na outra m&atilde;o, o celular.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Participam de alguma forma disso os meninos seus conterr&acirc;neos, que subiram o morro na mesma leva em que est&aacute;vamos n&oacute;s de S&atilde;o Paulo. Vestidos &agrave; moda de garotos negros de Nova York e com f&ocirc;lego de sobra, foram os primeiros a chegar no topo. E, quando apareceu o sol, gravaram uma longa panor&acirc;mica da paisagem, usando dois celulares, um para a imagem e outro tocando uma can&ccedil;&atilde;o de amor neosertaneja, fornecendo a trilha do futuro post.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Em outra noite, quem acompanhasse o roteiro da Folia de Reis pela cidade, teria ido dar com ela no port&atilde;o da casa de Martha e Dudu. Pelo caminho escuro e comprido que vai desde a rua at&eacute; a soleira, e na espera de se cumprirem os ritos de entrada, propositalmente separado dos conhecidos para ficar misturado &agrave; gente do lugar &ndash; os mais velhos e os casais de v&aacute;rias idades, ajuntamentos de crian&ccedil;as e adolescentes inquietos, m&uacute;sicos e dan&ccedil;arinos se acertando sobre como proceder na visita &ndash; an&ocirc;nimo ali, me distra&iacute; de mim, viagem na viagem, submergindo em alguma promessa long&iacute;nqua. Mas que tamb&eacute;m parecia estar por um triz &agrave; m&atilde;o, nos lampejos de conversas que compunham o rumor abafado de uma ansiedade alegre, entusiasmo que ainda n&atilde;o se pode soltar. Comunh&atilde;o imaginada, flutua&ccedil;&atilde;o de coisas benignas como se adivinhadas na movimenta&ccedil;&atilde;o dos corpos, sob um ou outro facho r&aacute;pido de lanterna.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Coisa diversa &eacute; ser levado por F&aacute;tima para encontrar os guaianeiros numa tarde quente, debaixo de uma &aacute;rvore com jeito de centen&aacute;ria. Aquela d&uacute;zia de veteranos da lavoura mant&eacute;m, entre outras, a tradi&ccedil;&atilde;o de um canto de trabalho, entoado em ondas vindas quase imperceptivelmente desde o sil&ecirc;ncio e em respons&oacute;rio a uma das vozes que, a cada vez, chama o aflorar do coro. Talvez esse canto seja uma esp&eacute;cie de duplo da camaradagem que fazem por revezamento, combinando periodicamente um dia em que todos se dedicam a cuidar da ro&ccedil;a particular de um deles. Sem quase alterar seu ritmo tranquilo, tamb&eacute;m contam piadas e casos engra&ccedil;ados, mas com uma ironia sem pontas. A mesma com que eles falam da luz andeja, que, n&atilde;o se sabe vinda de onde, aparece vagando na noite e pode at&eacute; atravessar coisas, como muitos j&aacute; viram acontecer. O que se esperaria ser apavorante &eacute; posto sem muito assombro. Ningu&eacute;m que seja dali duvida, &eacute; um fato &ndash; por&eacute;m vivido e lembrado como coisa t&atilde;o excepcional quanto comum.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"s-block-item s-repeatable-item s-block-sortable-item s-blog-post-section blog-section\">\n<div class=\"container\">\n<div class=\"sixteen columns\">\n<div class=\"s-blog-section-inner\">\n<div class=\"s-component s-text\">\n<div class=\"s-component-content s-font-body\">\n<p>Mas agora o sert&atilde;o est&aacute; realmente no mundo. E, mais ainda, o mundo nele. No meio da viagem, o estouro de Brumadinho. Contar com a exist&ecirc;ncia do excepcional e cont&aacute;-lo &agrave; moda dos guaianeiros &eacute; o inverso das declara&ccedil;&otilde;es dos executivos sinistros da Vale, tentando caracterizar como infeliz acidente, um imprevisto, e, assim, comum como afinal &eacute; a ocorr&ecirc;ncia de acasos, o rompimento da barragem de rejeitos da empresa em Brumadinho. Ao contr&aacute;rio tamb&eacute;m do suave nome do munic&iacute;pio, pretendem transmutar a lama numa bruma espessa estendida sobre a terr&iacute;vel excepcionalidade no modus operandi das mineradoras no pa&iacute;s. O que a literatura de Guimar&atilde;es Rosa mobiliza e inventa, encarando simultaneamente a brutalidade at&aacute;vica e o transpassar maravilhoso de obst&aacute;culos, como faz a luz andeja, ser&aacute; um dia barragem bastante para uma tal escala de viol&ecirc;ncia desgovernada?<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pareceu ter sentido a recomenda&ccedil;&atilde;o feita por Dieter, antes da caminhada come&ccedil;ar. 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